domingo, 19 de julho de 2015

É mais fácil acreditar nas tragédias do que as benevolentes situações...


Conjurado e terno tempo de despedidas sobrenaturais,surreais...


Uma constelação e determinada situação não se mede tamanho buraco...
Que toda a ida seja em plena certeza...
E quando se for,que torna-se por hematomas nada visíveis...


Sequência de medos que transparecem toda imagem,que preenche e se adapta em todo espaço que se é oferecido;no mesmo alcance de tempo,beirando e consumindo daquilo que foi-se repartido...


Quando solta-se esnoba toda ajuda...
Quando destrói e não significa exatamente nada...
Quando desdém do poder de cura...
Na distância e na recuperação imediata...
Na escuridão e insatisfação...
Fagulhas na pele...
Dores diárias...


terça-feira, 7 de julho de 2015

São pequenas coisas que são visualizadas,e as demais apontadas como falhas,dívidas que não são suas e nem minhas,que acordam um espetáculo inteiro,exigindo aplausos fantasmas,acordes que se misturam no fundo da sala,todos dançam e circulam amasiados cânticos,divinos seres entre trocas e apelos,num só significado,num só espaço,reunidos,anestesiados,somando a mesma dor...

sábado, 4 de julho de 2015

A perda não foi somente de laços...
Todo ameaça rompeu-se,partiu-se em dois lados nunca quebrados...
Uma chance talvez,nunca devolvida...